Mostrando postagens com marcador carinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carinho. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, abril 24, 2008

MEU MÊS

Neste mês de abril tenho sempre muitas coisas para comemorar... Aniversário de casamento (28 anos), aniversário de nascimento (47 anos) e aniversário de liberdade ( 04 anos sem emprego). Tudo numa seqüência! Costumo brincar que, para que nunca esqueçam as “minhas datas”, só falta eu morrer no dia quinze. E pronto, ficaria definitivamente sendo o meu mês he,he. Mas, brincadeiras à parte, depois de vinte e quatro anos trabalhando em banco e mais outros tantos em profissões diversas, há quatro anos atrás fiz acordo, saí do emprego... Fiquei em casa e pela primeira vez na vida passei a fazer outras coisas que não trabalhar. É claro que tenho muitas ocupações, como sempre tive pela vida afora. Ainda me mantenho num grupo de canto, que coordeno há uns oito anos, faço o trabalho de casa (que nunca é pouco), desempenho o papel de síndico do meu edifício ( e são muitas as coisas que é preciso atender neste ofício)... E por aí afora. Nunca entendi como as pessoas podem falar que ficam sem nada para fazer. Há tantas atividades... Faço academia, pratico violão, blogo, pesquiso, sou secretária em tempo integral (marcar médicos, dentistas, fazer seguro de carro, ou qualquer coisa que tenha que ser feita em horário comercial...) e venho tentando escrever um livro, que é a saga de uma família. Será pouco? Desde que saí do banco, poucas vezes lá retornei, pois nos últimos oito anos, trabalhava numa cidade próxima daqui. Hoje fui lá. Abracei com muito carinho o único colega que resta daqueles tempos, o meu grande amigo “purtuguêx” como sempre o chamei. E olhando aquelas paredes que me abrigaram por tantas horas, que viram tantas coisas que lá se passaram, pela primeira vez experimentei certa nostalgia... Mas tudo não passou de um pequeno momento e a vida é pra frente. Ano que vem finalmente me aposento (31 anos de contribuição e 48 de idade) , volto a ter minha renda própria. Isto, sem dúvida, também fará diferença na minha vida. Quem sabe aí finalmente não faço uma daquelas tão sonhadas viagens internacionais? Vai ser muito bom!
E talvez alguém de vocês diga: _Mas nossa, quanta euforia!... E eu respondo: _ Mero disfarce minha gente. Preciso de arranjar maneiras para me animar e arrancar umas dores que me incomodam...

quarta-feira, agosto 22, 2007

PARABÉNS!

A distancia não nos impede de sentir, de amar...
Os nossos braços não são longos o suficiente
para alcançar alguém que está a quilômetros de distância,
mas a emoção sim.
A ternura, o carinho, o amor
fazem-nos estar presentes, mesmo que distantes.
É assim que quero estar hoje na tua vida
meu querido sobrinho Elton .
Quero que recebas meu abraço pleno de ternura...
Quero desejar-te tudo aquilo
que a vida tiver de melhor para te oferecer.
Estás no meu coração!
Um beijo com muito amor e um

terça-feira, junho 12, 2007

12.06- SE...

Hoje meu pai faria 74 anos, se fosse vivo... Faz onze anos que morreu. Era muito cedo! Nós nos conhecemos muito pouco, demonstramos pouco amor um ao outro. Tivemos pouco tempo juntos. Apesar de que, lembro-me de alguns momentos que me marcaram profundamente. Um domingo, em que ele nos convidou para um passeio. Eu e a Inês aceitamos e fomos com ele assim mesmo como estávamos vestidas... Quando percebemos, estávamos em uma festa de igreja, em Bom Retiro. Foi uma tarde muito agradável e ao voltarmos para casa vínhamos cantando velhas canções caipiras. Na minha primeira visita à ele no hospital, depois que teve o primeiro derrame, senti-me muito inspirada a dar-lhe meu terço branco, de bolinhas de cristal. Estava envergonhada, mas acabei tendo coragem e rezei com ele o primeiro de muitos terços que ele rezaria naqueles seus últimos de vida. Nós nunca conseguimos ser pai e filha próximos, como acontece hoje em dia. Pelo contrário, ele não nos demonstrava amor e nós não sabíamos como buscar. ...Se ele fosse vivo hoje, será que seria diferente? A idade nos faz ver tudo de outra maneira: Perdemos a vergonha de muitas coisas, passamos a ter vergonha de outras que achávamos naturais, passamos a entender atitudes de outros, que antes nos pareciam totalmente erradas...Cobramos menos, nos tornamos mais compreensivos. ...Se meu pai ainda estivesse aqui, por certo ainda me irritaria com muitas atitudes dele, mas adoraria ouvir de novo a sua voz, sua risada. Ouvi-lo contando histórias de grandes personagens, de homens famosos, de grandes descobridores. Era, apesar de só ter o segundo ou terceiro ano primário, um homem de grandes conhecimentos, de muitas leituras. ...Se meu pai ainda estivesse aqui, certamente eu cobraria dele coisas que fez no passado, erros que cometeu , carinho que não me deu. Mas também, certamente, iria pedir seus conselhos em muitos momentos, cantar com ele enquanto tocasse seu violão, cavaquinho, pandeiro ou acordeom... Mas, como ele mesmo me disse uma vez, “SE” não existe. O que aconteceu, aconteceu e nada poderá mudar isto. Só cabe a nós aceitar, recordar e seguir em frente. Mesmo assim não posso deixar de dizer:

PAI
Porque esta dor que não quer sarar?
Quando lembro de ti, a ferida começa a sangrar.
Que amor é esse
Doente, carente?
Que amor é esse que nunca vivi?
Porque tua imagem é tão forte?
Parece mesmo que estás aqui.
Porque sofro tanto ao te lembrar?
Que dor é essa
Que nem o tempo
Nem a morte
Consegue aplacar?

sexta-feira, maio 25, 2007

NA GRAÇA!

Fui para a maternidade com leves cólicas...
Ainda falavam vinte dias para o prazo,
mas a atendente disse que eu
entrara em trabalho de parto.
Fez todo o ritual necessário para um parto normal e levou-me para o quarto.
Foi o tempo de deitar sobre a cama de lençóis
surrados e limpos do
Hospital Samária, em Rio do Sul.
Senti um calor líquido por entre as pernas e toquei a campainha.
A atendente veio. A bolsa se havia rompido.
Fui levada para a sala de parto e o médico foi avisado,
mas a criatura dentro de mim tinha pressa, muita pressa.
Veio com força e energia de alguém que
tem urgência para tudo: Até para nascer.
Quando o médico chegou teve pouco trabalho,
pois o bebê já se encontrava sobre mim...
Mais uma menina.
Olhando para seu rosto um nome me veio à mente.
Jamais havia cogitado nele.
Aquela criança, tão decidida na hora do parto
cresceu, mas nunca perdeu a determinação
para as coisas que quer. Continua com garra e energia.
E hoje já se passaram
vinte e três anos e quero parabenizá-la.
Pelo seu aniversário e pela pessoa linda e forte que ela é.
Quando perde ela chora tudo de uma vez.
Depois, ergue a cabeça e segue em frente.
Janice, que Deus te abençoe e te proteja.
E continue te dando essa força e vontade de ser feliz.
Que ele possa sempre se orgulhar do teu nome,
pois sem dúvida, tu refletes a graça de
Deus na tua graça e carinho!
Um beijo grande da mãe ranzinza,
mas que está sempre de braços abertos e
coração cheio de amor.
Parabéns minha filha loira e linda( e inteligente)!!!

segunda-feira, maio 07, 2007

SONHOS!

Foto tirada por Ivete
Madrugada. O sono já veio,
mas a mente continua á mil. Difícil desligar. Papel e caneta.
É tudo o que sempre preciso. Pensamento qualquer
se transformando, tomando forma sobre o papel. Quero mais. Preciso de mais. Ter nas mãos o livro de meus pensamentos. Meus sonhos, meus devaneios. Minhas realidades. Expostas ao mundo! Impressas.
Hoje aniversaria minha
jovem amiga CAROL,
que cantava no Grupo da Paz
de Porto Belo e que agora
busca novos caminhos
através do teatro.
À ti Carol, um abraço
com muito carinho e o desejo
de muitas realizações pela vida afora.
Continua sempre
essa jovem cheia de ideais que
tens te mostrado até agora.

segunda-feira, março 26, 2007

HOMENAGEM:

Minha homenagem hoje ao meu irmão Ju, que está aniversariando. Os parabéns e desejos verdadeiros de muitas alegrias e realizações. Muitos beijos, com carinho! VIVA!!!