terça-feira, dezembro 27, 2011

Relatividade do tempo


Foto tirada por mim
Ruínas do Velho Moínho
Parque do Caracol
Em Canela RS
Setembro/2011


O tempo, algumas vezes, pode parecer-nos excessivo. Noutras vezes, parece-nos que é tão ínfimo...
Como bem dizia o filósofo: Há o tempo de plantar e o tempo de colher. O tempo de chorar e o tempo de ser feliz.
Eu digo ainda: Há o tempo de fazer e o tempo de esperar... O tempo de querer e o tempo de encerrar! O tempo das portas abertas e o momento de fechá-las.  O tempo do tempo e o nosso próprio tempo. O tempo que passa inexoravelmente, como um rio que não mais passará pelo mesmo lugar.
E algumas vezes achamos que perdemos algo do nosso tempo com coisas ou pessoas. Mas não. O tempo parece-me, nunca é perdido. Porque há lições na espera. Há cicatrizações de feridas. Há bênçãos ou maldições na espera. Há ansiedade e lágrimas. Há sorrisos e lembranças. Há esperanças e decisões. E finalmente, já que aquilo (ou aqueles) por quem esperamos desprezou nossas lágrimas, nossas bênçãos, nossa vontade... pode ser tempo de seguir em frente! E seguir em frente significa outro tempo. Novo tempo. Ainda que relativamente. J* (Ivete 27.12.2011)




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